sexta-feira, 15 de agosto de 2008

jubarte, a gigante do Atlântico

Quem visita o litoral sul da Bahia, nos arredores do arquipélago de Abrolhos e se aventura em um barco mar adentro pode ter uma experiência única: ver de perto uma baleia jubarte, a gigante que nada nas águas quentes da região em busca do ambiente ideal para reprodução.

Vale lembrar que as baleias são mamíferos aquáticos e pertencem ao grupo dos cetáceos, que é dividido em dois subgrupos, os odontocetos, que têm dentes e os misticetos, que possuem barbatanas (formada por queratina, mesmo material que compõe a unha humana).

Na parte superior da cabeça, as jubartes possuem dois orifícios respiratórios que facilitam a respiração quando estão na superfície. É por eles que dão shows ao soltar poderosos borrifos. Para se alimentar, abocanham grandes quantidades de água com peixes e principalmente, krill (espécie de camarão). Toda água abocanhada acaba sendo expelida por ação da língua, levando o alimento a ficar preso nas barbatanas, que fazem às vezes de filtro. As barbatanas de um animal adulto medem entre 1 e 1 ½ m.

GRANDES MAMIFEROS. As jubartes (Megaptera novaeangliae) recebem esse nome por conta do tamanho das nadadeiras peitorais, que podem chegar a 1/3 do seu tamanho, o que representa uma importante característica da espécie, assim como as fêmeas serem maiores que os machos (fêm 40 toneladas – 16 m / mach 30 toneladas – 13 m). Após a gestação de 1 ano, o filhote nasce comcerca de 4 a 5 m, pesando 1 tonelada.

Outra curiosidade dessas gigantes é o fôlego. Elas permanecem normalmente, cerca de 13 minutos submersas. Ao fazerem mergulhos mais profundos, elas expõem a face inferior da cauda, o que facilita a vida dos pesquisadores, pois elas são marcadas com manchas, servindo para a identificação do indivíduo. Do mesmo jeito que não há 2 seres humanos com impressões digitais iguais, não há 2 baleias com as mesmas manchas. Graças a isso, elas são fotoidentificadas para realização de trabalhos a respeito de seu comportamento, relações sociais, rotas migratórias, freqüência com que retornam ao Banco dos Abrolhos e taxa de natalidade das fêmeas. No Arquipélago de Abrolhos as baleias apresentam um comportamento em particular, elas permanecem por longos períodos paradas com suas caudas expostas fora da superfície, com a cabeça voltada para o fundo. Tal comportamento é praticamente exclusivo da população que frequenta o litoral baiano, pois não ocorre com tanta frequência em nenhum outro lugar do mundo. Aos que se aventuram ao mar no Arquipélago de Abrolhos têm a oportunidade de ver de perto outros comportamentos das jubartes. As batidas de cauda na superfície da água, ouvidas a longa distância, representam tentativas de chamar a atenção de outras baleias, demonstrar força e irritação com a aproximação de barcos... As batidas com as nadadeiras peitorais também estão associadas a essas ocasiões e à receptividade do parceiro para o acasalamento.
ACROBACIA E MÚSICA. Os saltos das jubartes nas águas do litoral baiano representam um grande show, embora os cientistas ainda não tenham identificado com precisão as razões desse comportamento. As hipóteses passam por tentativas de comunicação, demonstração de força, eliminação de ectoparasitas ou, apenas, o salto pelo salto. Algumas baleias saltam junto dos seus filhotes. Em um dos cruzeiros de pesquisa, observou-se um grupo saltando 16 vezes consecutivas, havendo registro de maiores quantidades.
Outro aspecto emocionante da aproximação com a jubarte é o seu canto, muito complexo, que pode ser comparado ao dos seres humanos e durar até 30 minutos. As vozes desses mamíferos podem ser ouvidas de dentro das embarcações, sendo o som amplificado ao entrar na água.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

filme baleia juaninha

imagens: Vanessa Primante / Ricardo Arrais - edição: Vinicius Fonseca

Durante o tempo que trabalhei com as jubartes, tivemos a oportunidade de registrar uma interação muito legal com uma delas. Ao abandonar o grupo que estava, a baleia "juaninha", toda curiosa, veio dar um oi pra gente... saudades do povo do barco, Taiana, Maricota, Aruanã, Lucas, a doida da Luana, Regina, marinheiros Wilson e Cezar e do amigo Ricardo, que a uma hora dessas está cuidando de lobo-guará na sera da Canastra!

During the time I worked with the jubartes, we had the opportunity to register a great interaction with one of them. When he was leaving the group, the whale "juaninha", all curious, gave a hi to the people of boat

jaguatirica














A jaguatirica está abaixo da suçuarana na escala dos tamanhos, pesa entre 8 e 16 kg.
The ocelot is below the suçuarana on the scale of sizes, weighs between 8 and 16 kg.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

onça parda














Temos o privilégio no Brasil de termos 7 espécies de gatos selvagens, sendo o maior deles a onça pintada. Logo após a pintada, vem a parda, podendo ter aproximadamente 60 kg. A suçuarana, ou puma, como também pode ser chamada, pode saltar do chão para um galho de uma árvore de 5 m de altura sem pegar impulso. Sua área de ocorrência é bem ampla, estando presente nas 3 Américas.
We have the privilege Brazil in terms of 7 species of wild cats, the largest of them being the jaguar. Soon after the painted jaguar, comes to brown and can have around 60 kg. The suçuarana, or puma, but can also be called, can jump to a branch of tree to 5 meters in height from the ground. His area of occurrence is very wide and is present in the 3 Americas.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

maceió by bike

Tive que ir fazer uns retratos em Maceió em uma segunda-feira a tarde... acabei indo na sexta a noite pra poder conhecer um pouco do lugar, já que nunca tinha pisado em AL.
Levei a bicicleta no avião, lógico que ela ía passear também!!!
Rodei pela costa, a partir de Maceió, 70 km ao norte e 60 ao sul (260 km total) em 2 dias. Passei por lugares lindos... só não deu pra ficar o tempo que cada lugar merecia, afinal de contas o tempo estava curto!
I had to go do some shooting in Maceió - Alagoas on a Monday afternoon... I ended up going in to Friday night to hear a little of the place, because I never went to Alagoas.
I took the bike on the plane, logical that it also ía walk!!!
I went by the coast, from Maceio, 70 km north and 60 south (260 km total) in 2 days.
I spent a beautiful places ... has become not only get the time that each place deserved, after all the time was short!